segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Gastos turísticos

Na última aula os alunos do curso de Turismo Ambiental e Rural realizaram uma ficha de trabalho, sendo que um dos exercícios consistia na construção de um gráfico de barras com os gastos turísticos dos cinco principais mercados emissores de turistas para Portugal.
O gráfico que aqui apresento foi elaborado pela Ana Isabel, aluna nº 1 do curso e permite evidenciar os gastos (em milhões de euros) que os visitantes residentes no estrangeiro efectuam durante a sua estada turística no nosso país em 2000, 2002, 2004 e 2006 e a sua evolução ao longo desses anos.A conclusão mais importante a retirar deste gráfico é a de que os cinco principais mercados emissores de turistas a nível mundial dizem respeito, obviamente, a países desenvolvidos, cujas populações apresentam um elevado poder de compra. Só assim se compreende os substanciais valores de gastos efectuados pelos turistas oriundos dos EUA, da Alemanha, do Reino Unido, do Japão e da França em terras portuguesas.
Saudações turísticas

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Ter direito a férias é diferente de gozar férias...

Numa das últimas aulas de Turismo e Técnicas de Gestão falámos sobre a diferença entre ter direito a férias e efectivamente gozá-las. Vimos também que parte daqueles que passam férias, fazem-no sem saírem do seu local de residência habitual.
A este propósito, foi proposto aos alunos que constuíssem um gráfico de linhas com a evolução da percentagem de portugueses que gozam férias e que o fazem fora do seu local de residência habitual. A parte da construção do gráfico correu bem; o pior foi quando os alunos tiveram de fazer um comentário à análise do gráfico, visto que se verificaram algumas dúvidas na hora de explicar e justificar a situação vigente em Portugal a este nível. No entanto, depois de uma análise cuidada ao gráfico, as dúvidas dissiparam-se e os alunos puderam compreender que, efectivamente, cerca de 2/3 dos portugueses que gozam férias o fazem fora do seu local de residência habitual, o que implica a realização de estadas em alojamento turístico.
Deixo-vos com o gráfico da Ana Isabel , aluna nº1, que permite retratar a evolução tida na situação de férias dos portugueses, entre 1980 e 1998. Tentem responder à seguinte questão: qual a importância de termos uma elevada percentagem de portugueses que gozam férias a fazerem no fora do seu local de residência habitual?
Saudações turísticas

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O turismo a partir da 2ª Guerra Mundial

A partir de 1945 entra-se na terceira fase da evolução histórica do Turismo. Esta fase está subdividida em três:
· Entre 1945 e 1973;
· Entre 1973 e 1990;
· Entre 1990 e 2007.
Vou passar a explicar as três subfases:

Entre 1945 e 1973:
Houve inúmeras alterações, devido à independência de alguns países e ao crescimento da população. Isto trouxe consequências para a procura e para a oferta. Na procura houve alterações a nível do tempo livre, ou seja, houve mais tempo livre para as pessoas, férias pagas e descanso semanal. No rendimento foram adoptadas medidas sociais, reformas, subsídios, pensões etc. As pessoas viram-se na necessidade de combinar o trabalho com o prazer.
O turismo passou a ser a procura do sol e mar, segundo a política dos 3 S’s (Sun, sea, sand): sol, praia, areia. Na oferta as pessoas passaram a ter as suas próprias viaturas, houve uma produção em massa por parte dos organizadores de viagens, passou a haver uma maior preocupação por parte das organizações competentes, para o desenvolvimento internacional.
Entre 1973 e 1990:
Com a aceleração do desenvolvimento, os países mais pobres ficaram cada vez mais distantes dos países desenvolvidos. A segunda sub-fase começa em 1973 devido à crise do petróleo. Encurtam-se as distancias e as durações das viagens, e os preços de alojamento diminuem… Na procura houve alterações nos rendimentos reais, ou seja, o turismo é visto como um bem de primeira necessidade. Ao nível das motivações, as pessoas começaram a incluir actividades desportivas e culturais nos seus programas de férias, e a nível das viagens, onde as pessoas começaram a realizar viagens apenas de um dia. Na oferta surgem novas fórmulas para a utilização de meios turísticos. O turismo nacional ganhou poder e ultrapassou o turismo internacional.
Foi em Manila, nas Filipinas que se encontraram inúmeras estratégias para o desenvolvimento turístico.
Entre 1990 e 2007:
Surgem grandes fluxos intercontinentais, dando origem a novos desenvolvimentos no ramo turístico. A criação da moeda única foi um factor importante para o avanço do turismo, pois assim deixaram de haver impedimentos na passagem de pais para pais, deixando-se de se trocar as moedas dos turistas pelas moedas do pais. A liberalização das fronteiras também deu um grande contributo para isso. Surgiram novos países. E a Europa perdeu importância para os EUA a nível turístico, pois os EUA começaram a interessar-se e a desenvolver o meio.
Trabalho realizado por Roberto Santos, aluno do curso profissional de Turismo Ambiental e Rural

domingo, 2 de novembro de 2008

O turismo como factor de desenvolvimento rural

Todos os dias surgem notícias sobre o turismo, uma das actividades económicas de maior relevo para o nosso país. As regiões do Interior, com os enormes problemas socio-económicos que apresentam, podem ter no turismo, nas suas diversas vertentes (ambiental, de montanha, termal, etc,) uma excelente oportunidade para a criação de emprego e de riqueza. Visualizem com atenção a notícia que se segue e vejam como aldeias isoladas podem ter no turismo a sua "tábua de salvação".

Façam um comentário ao vídeo.
Saudações turísticas