Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Trabalhos realizados pelos alunos sobre o Plano Turístico de Lamego

O módulo 7 da disciplina de Turismo e Técnicas de Gestão tem em vista a elaboração de um plano turístico. Deste modo, os alunos da turma foram desafiados a elaborarem uma apresentação em Power-point sobre várias das componentes que devem constar de um plano turístico, desde a caracterização das potencialidades turísticas de Lamego até à análise da oferta de alojamento e da restauração, passando pela análise da evolução da procura turística no concelho. Assim, seguem alguns dos melhores trabalhos realizados pelos alunos da turma.


















Saudações turísticas

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Estratégia turística para Lamego

Tendo em conta o leccionado no módulo 6, a Cláudia e a Cátia elaboraram um interessante organigrama com a síntese do modelo estratégico de desenvolvimento turístico que Lamego deve seguir. Aqui fica o registo do trabalho realizado pelas duas alunas da turma e que deverá ser consultado para uma boa preparação ao teste de avaliação.
Saudações turísticas

Uma estratégia para o turismo

No módulo 6 da disciplina de Turismo e Técnicas de Gestão os alunos têm vindo a estudar a forma como se pode desenvolver uma boa estratégia de promoção turística, de forma a que os impactos do sector turístico junto dos visitantes e da população local sejam positivos e benéficos.Assim, optou-se por analisar as componentes da promoção turística na região de Lisboa, por forma a compreender as várias facetas do sector turístico. Numa das últimas aulas, os alunos elaboraram um organigrama com a síntese da matéria estudada. Aqui fica o trabalho realizado pela Débora e pelo Roberto.
Saudações turísticas

Sábado, 28 de Março de 2009

Trabalhos realizados pelos alunos sobre o Plano Estratégico Nacional do Turismo

O módulo 5 da disciplina de Turismo e Técnicas de Gestão incide na organização institucuonal do Turismo. O PENT (Plano Estratégico Nacional do Turismo) constitui o documento-base da política de desenvolvimento turístico do nosso país. Assim, os alunos do curso profissional de Turismo Ambiental e Rural desenvolveram trabalhos sobre alguns dos pontos constantes neste plano. Seguem os trabalhos realizados em power-point.















Saudações turísticas

Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Gráficos sobre a procura turística

Nas últimas aulas de Turismo e Técnicas de Gestão tem sido dada ênfase à elaboração de gráficos relacionados com a procura turística em Portugal.
Apresento-vos dois gráficos sobre a evolução mensal da entrada de turistas em Portugal e a evolução mensal das dormidas registadas na Região Norte, um elaborado pela Ana Isabel e o outro pela Vanessa. Ambos tornam bem evidente o problema da sazonalidade do turismo português. Saudações turísticas

Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

A oferta turística de Portugal: o exemplo dos Açores

No 3º módulo da disciplina de Turismo e Técnicas de Gestão, os alunos elaboraram diversos trabalhos com as principais potencialidades turísticas das regiões portuguesas.
Destaco o trabalho realizado pela Débora e pelo Roberto sobre algumas das atracções da oferta turística dos Açores, uma região que tem vindo, nos últimos anos, a apresentar uma evolução bastante positiva ao nível das entradas de turistas, tanto nacionais, como estrangeiros.
Saudações turísticas

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

A procura turística

A elaboração e interpretação de gráficos constitui um factor decisivo para uma melhor compreensão do sector turístico. Interessa não só ter um conhecimento da oferta turística colocada à disposição daqueles que nos visitam, como também saber as proveniências daqueles que fazem turismo em Portugal.
Ora, convém não esquecer que, em Portugal, o turismo efectuado por estrangeiros tem maior peso (cerca de 5%) do que aquele que é realizado pelos portugueses. O gráfico realizado pela Marlene e a sua análise dão conta dessa realidade que convém ter em consideração para um correcto planeamento da actividade turística.
Saudações turísticas

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

O Turismo no Douro

Está em marcha um processo para pôr uma velha e antiga locomotiva a vapor do Douro a funcionar. O resultado deste trabalho será para contribuir para o turismo duriense. Pretende-se oferecer aos turistas a maravilhosa visão sobre as vinhas e sobre o Rio Douro, património mundial da Unesco.
É um comboio a carvão que anda a apenas 30 km/h.
A ideia deste projecto tem como fim proporcionar às pessoas uma viagem ao passado, de modo a que possam contemplar a vista com outro olhar. O trabalho dos operários é bastante difícil, como colocar carvão, fazer a manutenção das peças… "Os passageiros fazem perguntas sobre tudo, desde as estações, material do comboio ou o combustível da máquina", afirmou um dos trabalhadores. Os turistas afirmam que esta viagem é única e encantadora. A única contrapartida é o fumo da locomotiva e o facto das roupas dos trabalhafores ficarem cheias de carvão.
E com um bilhete do comboio histórico, os clientes da CP podem usufruir de condições especiais de alojamento nos hotéis Régua Douro, Douro Park Hotel, Vintage House e Aquapura, bem como obter preços especiais no estacionamento na estação Porto/Campanhã.
Notícia apresentada por Roberto Santos, aluno do curso profissional de Turismo Ambiental e Rural

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Gastos turísticos

Na última aula os alunos do curso de Turismo Ambiental e Rural realizaram uma ficha de trabalho, sendo que um dos exercícios consistia na construção de um gráfico de barras com os gastos turísticos dos cinco principais mercados emissores de turistas para Portugal.
O gráfico que aqui apresento foi elaborado pela Ana Isabel, aluna nº 1 do curso e permite evidenciar os gastos (em milhões de euros) que os visitantes residentes no estrangeiro efectuam durante a sua estada turística no nosso país em 2000, 2002, 2004 e 2006 e a sua evolução ao longo desses anos.A conclusão mais importante a retirar deste gráfico é a de que os cinco principais mercados emissores de turistas a nível mundial dizem respeito, obviamente, a países desenvolvidos, cujas populações apresentam um elevado poder de compra. Só assim se compreende os substanciais valores de gastos efectuados pelos turistas oriundos dos EUA, da Alemanha, do Reino Unido, do Japão e da França em terras portuguesas.
Saudações turísticas

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Ter direito a férias é diferente de gozar férias...

Numa das últimas aulas de Turismo e Técnicas de Gestão falámos sobre a diferença entre ter direito a férias e efectivamente gozá-las. Vimos também que parte daqueles que passam férias, fazem-no sem saírem do seu local de residência habitual.
A este propósito, foi proposto aos alunos que constuíssem um gráfico de linhas com a evolução da percentagem de portugueses que gozam férias e que o fazem fora do seu local de residência habitual. A parte da construção do gráfico correu bem; o pior foi quando os alunos tiveram de fazer um comentário à análise do gráfico, visto que se verificaram algumas dúvidas na hora de explicar e justificar a situação vigente em Portugal a este nível. No entanto, depois de uma análise cuidada ao gráfico, as dúvidas dissiparam-se e os alunos puderam compreender que, efectivamente, cerca de 2/3 dos portugueses que gozam férias o fazem fora do seu local de residência habitual, o que implica a realização de estadas em alojamento turístico.
Deixo-vos com o gráfico da Ana Isabel , aluna nº1, que permite retratar a evolução tida na situação de férias dos portugueses, entre 1980 e 1998. Tentem responder à seguinte questão: qual a importância de termos uma elevada percentagem de portugueses que gozam férias a fazerem no fora do seu local de residência habitual?
Saudações turísticas

Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

O turismo a partir da 2ª Guerra Mundial

A partir de 1945 entra-se na terceira fase da evolução histórica do Turismo. Esta fase está subdividida em três:
· Entre 1945 e 1973;
· Entre 1973 e 1990;
· Entre 1990 e 2007.
Vou passar a explicar as três subfases:

Entre 1945 e 1973:
Houve inúmeras alterações, devido à independência de alguns países e ao crescimento da população. Isto trouxe consequências para a procura e para a oferta. Na procura houve alterações a nível do tempo livre, ou seja, houve mais tempo livre para as pessoas, férias pagas e descanso semanal. No rendimento foram adoptadas medidas sociais, reformas, subsídios, pensões etc. As pessoas viram-se na necessidade de combinar o trabalho com o prazer.
O turismo passou a ser a procura do sol e mar, segundo a política dos 3 S’s (Sun, sea, sand): sol, praia, areia. Na oferta as pessoas passaram a ter as suas próprias viaturas, houve uma produção em massa por parte dos organizadores de viagens, passou a haver uma maior preocupação por parte das organizações competentes, para o desenvolvimento internacional.
Entre 1973 e 1990:
Com a aceleração do desenvolvimento, os países mais pobres ficaram cada vez mais distantes dos países desenvolvidos. A segunda sub-fase começa em 1973 devido à crise do petróleo. Encurtam-se as distancias e as durações das viagens, e os preços de alojamento diminuem… Na procura houve alterações nos rendimentos reais, ou seja, o turismo é visto como um bem de primeira necessidade. Ao nível das motivações, as pessoas começaram a incluir actividades desportivas e culturais nos seus programas de férias, e a nível das viagens, onde as pessoas começaram a realizar viagens apenas de um dia. Na oferta surgem novas fórmulas para a utilização de meios turísticos. O turismo nacional ganhou poder e ultrapassou o turismo internacional.
Foi em Manila, nas Filipinas que se encontraram inúmeras estratégias para o desenvolvimento turístico.
Entre 1990 e 2007:
Surgem grandes fluxos intercontinentais, dando origem a novos desenvolvimentos no ramo turístico. A criação da moeda única foi um factor importante para o avanço do turismo, pois assim deixaram de haver impedimentos na passagem de pais para pais, deixando-se de se trocar as moedas dos turistas pelas moedas do pais. A liberalização das fronteiras também deu um grande contributo para isso. Surgiram novos países. E a Europa perdeu importância para os EUA a nível turístico, pois os EUA começaram a interessar-se e a desenvolver o meio.
Trabalho realizado por Roberto Santos, aluno do curso profissional de Turismo Ambiental e Rural

Domingo, 2 de Novembro de 2008

O turismo como factor de desenvolvimento rural

Todos os dias surgem notícias sobre o turismo, uma das actividades económicas de maior relevo para o nosso país. As regiões do Interior, com os enormes problemas socio-económicos que apresentam, podem ter no turismo, nas suas diversas vertentes (ambiental, de montanha, termal, etc,) uma excelente oportunidade para a criação de emprego e de riqueza. Visualizem com atenção a notícia que se segue e vejam como aldeias isoladas podem ter no turismo a sua "tábua de salvação".

Façam um comentário ao vídeo.
Saudações turísticas

Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Breve história do turismo

Continuando o assunto iniciado na aula anterior, o tema do segundo módulo desta disciplina fala da história do turismo.
As principais fases do turismo dividem-se em três: a primeira fase, as primícias; a segunda fase, o nascimento (séc. XIX) e a terceira fase, o desenvolvimento (séc. XX e XXI).
Vou agora só falar da primeira parte e nos próximos textos falarei das restantes.
A primeira fase vai desde as primeiras civilizações gregas e romanas até à primeira metade do séc. XVIII.
As viagens foram iniciadas com a invenção da roda e essas viagens eram utilizadas para fins comerciais. As pessoas deslocavam-se, mas não tinha a noção do conceito “turismo”, nem conheciam tal palavra. Na Grécia e em Roma, os motivos que levavam as pessoas a viajar eram os Jogos Olímpicos, as produções teatrais, as competições atléticas, os festivais e os templos.
Em Roma, o Coliseu era a principal atracção, seguida das estâncias termais e das atracções comerciais.
Em Santiago de Compostela, as pessoas deslocavam-se até lá por motivos religiosos, e no Egipto eram pelas pirâmides e pelos templos.
Portugal também teve um papel importante na história do turismo, por via dos Descobrimentos, iniciados pelos portugueses por via marítima.

Trabalho realizado por Roberto Santos, aluno do curso profissiona lde Turismo Ambiental e Rural

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Visitantes, turistas e excursionistas

Na última aula deu-se início ao módulo 2, com a definição do conceito de turismo e a distinção de turistas e excursionistas. No final, foi proposto aos alunos que elaborassem um gráfico de barras com o número de estrangeiros que visitaram Portugal em três anos distintos. Aqui vos deixo com um dos vários gráficos que recebi, da autoria da Débora.
Só um conselho: se o gráfico tivesse sido elaborado em papel milimétrico estaria mais perfeito, dado que as barras apresentam algumas incorrecções no seu tamanho. Apesar de tudo, é elucidativo da situação da evolução registada entre 1990 e 2002.
Façam a análise do gráfico, justificando o elevada taxa de excursionistas que visitam Portugal.
Saudações turísticas

Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Objectivos para o teste

Deixo-vos com os objectivos para o teste de 4ª feira com matéria do módulo 1.
- Grupo 1: três questões sobre o circuito económico;
- Grupo 2: duas questões sobre os tipos de capital;
- Grupo 3: três questões sobre os exercícios de produtividade e factores de produção (realização de cálculos);
- Grupo 4: duas questões sobre os exercícios de produtividade e factores de produção (realização de cálculos);
- Grupo 5: três questões sobre as curvas da procura e da oferta (realização de um gráfico);
- Grupo 6: três questões sobre a inflação (realização de cálculos);
- Grupo 7: uma questão sobre os tipos de políticas económicas.
Cada aluno terá de levar para o teste uma calculadora e uma régua. Não serão permitidos empréstimos entre alunos durante a realização do teste. Bom estudo...
Saudações turísticas

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

As políticas económicas

Na última aula desenvolvemos a noção de Políticas Económicas. São instrumentos que visam a elevação do nível de vida de população. Existem dois tipos de políticas: as políticas conjunturais, que são aquelas que visam manter e estabelecer o equilíbrio económico-financeiro a curto prazo, e as politicas estruturais, que têm como objectivo alcançar equilíbrios e lucros (monetários e não monetários) a longo prazo.
As duas políticas têm objectivos sociais (educação, saúde, segurança, transportes…), de estabilização (taxas de inflação desemprego, nível de vida…), de regulação (regulam a actividade económica) e de redistribuição (que raramente são executados, como as igualdades sociais entre as pessoas que deviam ser prioridade do Estado).
Outros dois instrumentos são as políticas monetárias que visam o controlo da oferta de moeda, para determinar a taxa de juro de mercado, e as politicas orçamentais que se relacionam com os impostos e que se determinam na elaboração e organização do Orçamento de Estado que define as receitas e gastos públicos.

Trabalho realizado por Roberto Santos, aluno do curso profissiona lde Turismo Ambiental e Rural

A inflação (continuação)

A inflação representa o crescimento contínuo e generalizado dos preços dos bens e é calculada como a taxa de variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC).
O oposto da inflação é a deflação, que corresponde a uma descida continuada e generalizada dos preços. A ocorrência de deflação é muito rara e está geralmente associada a períodos de depressão económica.
As razões para a ocorrência de deflação estão geralmente associadas a pressões provocadas pela procura, que levam a que a economia esteja a produzir acima do produto potencial, o excesso de oferta monetária, o excesso dos preços das matérias-primas, aumento da massa salarial sem existência de aumento de produtividade, açambarcamento, excesso de concessão de crédito e por fim, uma outra razão para a ocorrência de inflação é a sua própria oscilação provocada pelas expectativas dos agentes económicos; de facto, muitos preços futuros são fixados no presente tendo em conta as expectativas quanto ao futuro levando a que preços como os salários e os juros, entre outros, incorporem já a inflação futura esperada.
A inflação arrasta consequências para a economia, como a depreciação do valor da moeda, deterioração das condições de vida das pessoas, e por último o agravamento do processo inflacionário.
Agora passamos para a explicação do cálculo da taxa de inflação. Existe o IPC (Índice de Preços do Consumidor), que traduz as variações de preços de bens e serviços.
A taxa de Inflação calcula-se a partir da fórmula:
Inflação ano Z = (IPC do ano Z x 100) / (IPC do ano Y) - 100
A determinação do cálculo do IPC é feita através de um inquérito, com o fim de saber qual o conjunto de bens e serviços representativos de uma família média.
A inflação tem um papel importante e relaciona-se com o custo e nível de vida, e por sua vez o custo de vida e o nível de vida têm sentido oposto entre si.
Nível de vida corresponde à quantidade de bens e serviços que estão à disposição e à altura dos rendimentos de cada família, enquanto que o custo de vida corresponde ao custo de vida das pessoas, pois há pessoas com mais gastos do que outras e com mais rendimentos do que outras.
Se o custo de vida aumentar, o nível de vida sofre uma redução e vice-versa. Assim, a inflação tem efeito negativo porque se o custo de vida aumentar, o nível de vida diminui e é muito mau para a população.
A taxa de juro está relacionada com isto porque se se aumentar a taxa de juro a população é obrigada a reter o dinheiro e, assim, os preços dos produtos não sofrem um aumento significativo. Deste modo, o aumento da taxa de juro nem sempre tem efeitos negativos.
Trabalho realizado por Roberto Santos, aluno do curso profissional de Turismo Ambiental e Rural

Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Compreender os efeitos da inflação

Na aula de hoje, os alunos aprenderam a calcular a taxa de inflação e ficaram a perceber a importância que a inflação tem no estado da economia de qualquer país. Analisaram-se as causas e consequências da subida da taxa de inflação e a sua relação com as taxas de juro e o nível de vida das populações.
No final da aula, os alunos construíram um gráfico com a evolução da taxa de inflação em Portugal nos últimos 35 anos. Fica o registo do melhor trabalho, elaborado pela Marlene Pinto, aluna nº 12. Saudações turísticas

O que se passa no Pólo Turístico do Douro?

Em anexo regista-se uma notícia sobre a Região de Turismo do Douro publicada num jornal de referência.
Foi entregue pelo Roberto e pela Débora e pretende dar a conhecer alguns dos problemas com que se depara esta região turística. Leiam a notícia com atenção e vejam de que forma é que se podem perder financiamentos importantes.
Saudações turísticas

Domingo, 5 de Outubro de 2008

Análise de gráficos

A partir do que foi leccionado nas últimas aulas sobre a lei da oferta e da procura, torna-se importante saber construir gráficos de linhas, mas também saber analisá-los da melhor maneira, a fim de que não sejam cometidos erros de interpretação.
Assim, proponho que analisem os gráficos em anexo, tendo em conta tudo aquilo que aprenderam sobre a lei da oferta e da procura. Tentem descobrir qual seria o preço de equilíbrio para o exemplo proposto.
Se quiserem visualizar melhor os gráficos, cliquem sobre a figura.
Saudações turísticas